Trump busca a reeleição agitando o medo do caos e da “esquerda radical” de Biden


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Trump busca a reeleição agitando o medo do caos e da “esquerda radical” de Biden

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A Casa Branca e Donald Trump foram os protagonistas da segunda noite da Convenção Republicana. O evento foi marcado pelas aparições do presidente dos Estados Unidos na residência oficial: concedendo o perdão a um ex-condenado e comandando a cerimônia de naturalização de cinco estrangeiros. A mensagem de que Trump governou com sucesso e equanimidade —evitando todos os incidentes questionáveis— foi o selo de quase todos os discursos da noite. O cenário recorrente deixou de ser um palanque em um auditório vazio; ao invés disso, mostrou-se um nutrido grupo de seguidores e colaboradores do presidente no Jardim das Rosas escutando a fala da primeira-dama, Melania Trump.

A esposa do presidente proferiu um discurso em que logo de saída reconheceu que os norte-americanos enfrentam momentos duros devido à pandemia do coronavírus. “Sei que muita gente está ansiosa e se sente indefesa. Quero que saibam que não estão sozinhos”, disse. O breve e empático gesto da primeira-dama foi um dos poucos desse tipo ouvidos durante a convenção, quando os mortos pela doença já somam 178.000, entre mais de 5,7 milhões de casos nos EUA. Melania Trump evitou atacar os democratas e descreveu seu marido como “um político incomum que exige ações”.

Nisso também concordou com o secretário de Estado, Mike Pompeo, que contra todos os prognósticos e objeções enviou um discurso gravado de Jerusalém, onde está como parte de uma viagem a trabalho. Uma regra não escrita diz que o chefe da diplomacia norte-americana não se posiciona politicamente, para evitar repercussões em seu trabalho internacional. Pompeo, entretanto, aproveitou a ocasião para destacar as políticas de Trump contra a China e também a dissolução do que chamou de “desastroso acordo nuclear com o Irã”. Também destacou o papel dos Estados Unidos na OTAN e o fato de Trump ter mediado o histórico acordo recente entre Israel e Emirados Árabes Unidos, “um acordo do que nossos netos lerão nos livros de história”.

Na Câmara dos Deputados, alguns legisladores protestaram pela participação de Pompeo na convenção. O congressista democrata Joaquín Castro, líder do comitê de Assuntos Exteriores, disse que o discurso do secretário é “altamente incomum, sem precedentes e provavelmente ilegal”. O Departamento de Estado afirmou à Reuters que a mensagem de Pompeo foi gravada nas horas de folga do secretário, sem uso de recursos públicos.

O enaltecimento à figura de Trump como presidente passou pela economia, a política externa, o debate racial e inclusive a imigração. Em uma montagem incomum para a convenção de qualquer dos dois partidos, o presidente realizou uma cerimônia para conceder a cidadania norte-americana a cinco estrangeiros, apesar de ser o presidente que mais endureceu as medidas de imigração e aumentou as deportações de imigrantes. “Eles seguiram as regras”, afirmou, após lhes entregar seu certificado de cidadania. Um cenário pouco crível, tanto que, minutos depois, seu filho Eric Trump acusou o democrata Joe Biden de prometer “anistias a imigrantes ilegais”.

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