“Prefiro perder um ano a perder um filho”: o debate sobre a volta às aulas presenciais em São Paulo


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“Prefiro perder um ano a perder um filho”: o debate sobre a volta às aulas presenciais em São Paulo

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São Paulo foi a cidade que registrou o primeiro caso oficial do novo coronavírus no Brasil, no dia 26 de fevereiro. Consequentemente foi na capital paulista também que ocorreu a primeira notificação de óbito em decorrência da covid-19, em 16 de março — mas recentemente o Ministério da Saúde confirmou um caso mais antigo, de 12 de março. Desde então, o Estado, epicentro da pandemia no Brasil, nunca saiu da primeira posição no ranking dos casos e óbitos acumulados no país.

No dia 24 de março, todo o Estado entrou em quarentena decretada pelo governador João Doria (PSDB). As medidas estabelecidas fecharam escolas, igrejas, lojas, shoppings, restaurantes e bares, que passaram a funcionar somente no esquema de entrega. Setores como o da construção civil, farmácias e supermercados, dentre outros, entraram na classificação de essenciais e permaneceram funcionando normalmente.

Mas pressionado especialmente por empresários, Doria anunciou um plano da retomada da economia no final de abril, sem que os número de casos e óbitos começassem a cair. Pelo contrário: São Paulo viu os números crescerem em uma escalada, ao mesmo tempo em que o isolamento social atingia percentuais cada vez mais longe dos desejáveis - e nunca alcançados - 70%. As periferias da capital foram as regiões que mais sofreram e onde os números de doentes e mortos disparou ainda mais em relação aos bairros centrais.

O Governo Doria então decidiu esperar para abrir o comércio. Mas, um mês depois, no final de maio, apresentou novamente um projeto de retomada, que, desta vez, foi colocado em prática, contrariando os números e especialistas. Hoje, o Estado se divide em subregiões, cada uma em diferentes etapas do plano. Muitas já avançaram e, ao registrar aumento no número de casos e óbitos, tiveram que retroceder.

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