“Anselmo, você só vai morrer se morrermos todos os Kokama”


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“Anselmo, você só vai morrer se morrermos todos os Kokama”

2 meses publicado 11
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O Brasil registrou o primeiro caso do novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da doença covid-19, no dia 26 de fevereiro. Foi em São Paulo. Um homem de 61 anos, cuja identidade não foi revelada, que esteve na Itália de 9 a 21 de fevereiro, mais especificamente na região da Lombardia, um dos epicentros da crise naquele país. Desde então, a infecção se alastrou por todos os Estados por meio de um tipo de transmissão chamada de comunitária, que não permite se saber onde, exatamente, uma pessoa contraiu o vírus.

No dia 5 de junho, o Ministério da Saúde excluiu de seu boletim epidemiológico diário o número total de pessoas infectadas pelo vírus Sars-Cov-2, bem como o total de mortes no país. O Governo Jair Bolsonaro também decidiu apagar do portal oficial de informações as tabelas que mostravam a curva de evolução da doença desde que o Brasil registrou seu primeiro caso. Depois, retomou a publicação por conta de uma decisão liminar do STF. Na contramão das boas práticas de transparência pública, o Governo optou em dar destaque apenas aos casos novos, tanto de pessoas recuperadas quanto de infecções e óbitos.

O EL PAÍS acompanha as informações desde o início da crise e continuará a divulgar o total de infecções e mortes no Brasil e por Estados. Em 6 de agosto, dados do Ministério da Saúde apontavam a existência de 2.912.212 casos do novo coronavírus e 98.493 mortes no país. Além disso, 2.047.660 pessoas já se curaram da doença.

São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro, os campeões de casos

Apesar de a doença já ter se espalhado pelo país, São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro lideram a curva de infecções e também de número de mortos. Estes Estados adotaram medidas de circulação da população mais restritas, determinando o fechamento de áreas comerciais e restringindo a circulação, o que causou um conflito público com Jair Bolsonaro. O presidente é contrário às restrições e defende apenas o isolamento de grupos mais frágeis para a doença, como idosos e portadores de doença crônica, contrariando medidas adotadas em outros países afetados pela covid-19. Recentemente, no entanto, Governos Estaduais têm ensaiado uma maior abertura econômica, mesmo sem garantias de que a doença tenha atingido seu pico de contágio.

Cenário mundial

O Brasil é o país latino-americano que registra mais infecções por coronavírus. E está em terceiro no ranking mundial de número de casos e mortes, atrás apenas dos Estados Unidos e do Reino Unido.

Mapa do coronavírus: como aumentam os casos dia a dia

O ritmo de cada país é diferente. Japão, Hong Kong e Singapura viram crescer as infecções de maneira paulatina desde janeiro. Na Europa, os casos dispararam rapidamente. Os dados são da Universidade Johns Hopkins (EUA)

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